Hoje em dia acredito que existem vários tipos de fogo.
E eu posso dizer que pessoalmente já pode sentir dois
esses fogos, já os senti na pele.
Um deles foi aquele foi aquele fogo da paixão, que arde
sem magoar ou ferir, sim aquele calor que se espalha pelo corpo quando alguém que
amamos no toca. Pele com pele, lábios com lábios, olhos com olhos. E que apesar
de tudo aquele calor faz-te arrepiar com o mais simples toque ou com uma
singela troca de olhares ou ainda por simplesmente estarem perto.
E o outro fogo que senti foi aquele que marca, que
queima, que magoa, aquele que corrói por dentro, aquele que dá vontade de
gritar e implorar para parar.
O fogo é fascinante, danos calor, proteção quando
precisamos, auxilia-nos no quotidiano, mas assim como ele oferece também destrói.
Pois ele é capaz de nos consumir com a mais ardente chama
sem nem nos aperceber-mos.

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